quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
||| surpresas (2).
Ficarei muito surpreendido se, nos tempos mais próximos, não aumentar a pressão para que sejam tomadas medidas adicionais de combate ao desequilíbrio das nossas contas públicas.
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13 comentários:
Olá Paulo
Surpresa boa foi aquele vídeo ali no cantinho, com a Dulce Pontes e o Andrea Boccelli. Não conhecia nem sequer a música.
Gostei muito, lindo!
Sobre isso, eu apontei para o Verão, mas como a minha previsão é apenas instintiva, tem o valor que tem.
Um abraço, Paulo.
E se tal suceder, surpresa alguma!
O único senão que vislumbro é que me parece que ninguém sabe bem qual o caminho a trilhar. Quando digo isto, não me refiro aos profissionais do comentário que pedem diminuição disto, redução daquilo mas sim a alguém que consiga vislumbrar as implicações todas das medidas.
Costumo interrogar-me e até deixo como exemplo a famosa necessidade de diminuir aos efectivos da Administração Pública; essa diminuição implicaria menos despesa com salários, mas não aumentava os índices de desemprego e as despesas com protecção social?
E quanto mais desempregados existirem, não é também certo que maior será o esforço exigido à população activa trabalhadora?
Benjamina, fico satisfeito por ter gostado da música; eu pessoalmente gosto muito.
Mas ando um pouco desleixado com os vídeos; qualquer dia perco a vergonha e peço emprestados os que "correm" no "pedacinhos".:))
um abraço:)
Eu li a sua previsão de um verão mais quente, Maria Josefa.
Mas, além da diminuição da despesa, eu pensei nos sorvedouros que são as empresas públicas, nas parcerias público-privadas,etc.
Pensei nas responsabilidades que estão para além do próprio orçamento...
um abraço
Paulo
Vergonha? Eu não sei se já lhe roubei alguns vídeos, mas se não o fiz deve porque eles vão mudando e depois esqueço. Aliás, não tenho a mania de coleccionar "coisas reais", mas gosto de armazenar assim umas "coisas virtuais" no Armazém. Assim é mais fácil dar com elas, e posso partilhar. Por isso, "roube" sem vergonha, pois terá 100 anos de perdão :) e eu farei o mesmo, ok?
Um abraço
Nota: vou já levá-lo para os rascunhos para não me esquecer... e mais tarde publico, para não dar muito nas vista :-)))
Ferreira-Pino, também concordo que a redução de efectivos, neste momento, seria o pior dos males; além dos factores que mencionou, uma grave crise social, que gera incerteza (caos), retirava credibilidade ao OGE que procura traduzir confiança e estabilidade (certeza).
E face à incerteza sabemos como reagem os mercados.
E também concordo que falta trilhar um caminho.
um abraço
Benjamina, assim fico mais à vontade para "pegar" os tesouros daí do seu Armazém.
obrigado e uma abraço
(não tem qualquer problema em "dar nas vistas", até porque assim pode ser partilhada por mais gente.)
Em relação ao tema aqui abordado, e bem, da redução do nº de efectivos da função pública, isto mais não é que a factura a pagar de anos e anos de camuflagem da % de desemprego através de contratação desenfreada para a função pública.
Agora o problema é que a factura vem acrescida de "juros de mora".
Em Portugal conseguimos ter o pior dos dois mundos, ou seja, enveredámos também por um liberalismo desenfreado (como nos países de políticas de direita) e depois juntámos a isso um país, digamos assim, Estatal, onde o Estado tem sido a grande fonte empregadora do país (bem à imagem dos países de políticas de esquerda, ou extrema-esquerda), se juntarmos a isto a total ausência de regulação do Estado, e que teve nos casos do BPN e BPP os seus maiores exemplos, está explicado o estado actual, e os verões quentes(que serão infelizmente muitos) que aí vêm.
Eduardo, ... e isso acontece ao mesmo tempo de se foram alienando empresas públicas!
Ou seja Paulo, temos aqui um país que é um verdadeiro case-study de como NÃO fazer as coisas.
Não tarda estaremos nos manuais de Gestão de Faculdades estrangeiras como o exemplo a NÃO seguir.
Nem mais, Eduardo.
(no capítulo: caminhos impossíveis)
Nem mais, Eduardo.
(no capítulo: caminhos impossíveis)
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