Há indicadores internacionais para medir tudo o que possamos imaginar; não os há para medir o azar trágico em cima da miséria crónica.
(Texto alterado: de «pobreza crónica» para «miséria crónica»
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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9 comentários:
Se já houvesse modo de medir o azar, o Haiti teria rebentado a escala...
Eu apelo a que todos ajudemos dentro das nossa possibilidades. Assim de longe, resta-nos contribuir com um donativo, por exemplo, em vez de um cinto, de um perfume, de uma peça de roupa desnecessária, de um jantar no restaurante,...
Penso que toda a ajuda será pouca perante semelhante "azar"!
Nem mais, Manuela.
E é tão fácil!
Eu digo-lhe uma coisa Paulo... a Ganãcia fez este Mundo tõ desigual e no meio disto tudo os mais abandonados, são os mais castigados pela Natureza, claro que há excepções, como Itália... mas no geral.
Até faz doer o coração.
Para isto serviriam os cientistas e o dinheiro, se estes e os seus patrões diabólicos, não andassem tão ocupados em ir para o Espaço!
Pepois "ouvem-me" a barafustar!...
Um abraço Paulo :(
É verdade, Fada. há gente que não conhece outra coisa que não seja a desgraça; parecem "escolhidos" para sofrer.
Que Deus os Ajude!
Que todos os Espíritos Benignos substituam os malignos e que Deus os ajude mesmo.
Um dia podemos ser nós. Ponho-me sempre no lugar dos outros. :(
Que calamidade.
Desculpe as minhas gralhas... é o meu forte!
E andam estes ocidentais a pensar que carro vão comprar, ou que viagem farão nas férias!
O Haiti, assim como outros países, caminha aceleradamente para a condição de "não-estado"; à pobreza endémica associam-se a instabilidade política, a deflorestação do território e um urbanismo desordenado e temos um "cocktail" nas mãos.
Com esta tragédia de dimensões épicas (se é que há algo de épico em tragédias), também se viu que a existência de um estado fraco potencia o caos.
Tudo aponta nesse sentido, Ferreira-Pinto. Ainda ontem fui surpreendido com o facto de nem o Presidente da República Haitiano saber onde passar a noite; o caos é absoluto e só ajuda internacional pode ajudar a minimizar esta situação.
Deixa QUINN que nós não tardaremos muito a estar como o Haiti, da forma como vão as coisas! Esperemos é que não haja nunca nenhum terramoto, pois se o Marquês de Pombal tentou construir uma cidade anti-sismo, estes governantes de meia tigela, deram cabo dessas fundações.
Devem ter-se esquecido que estamos em cima de uma Falha geológica. Que grande falha´por parte de políticos e construtores, não acha Paulo?
Pois eu lembro-me bem de um "grande terramoto quando tinha 9 ou 10 anos! Que grande susto.
Imagine-se estes desgraçados, que levam com um de nível 7!
E dizem que não falha, Fada; mais ano menos anos...
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