A última edição da revista Visão fala em 700 mil portugueses que, entre 1998 e 2008 (11 anos, e não dez como refere), atravessaram a fronteira em busca de uma vida melhor.
Agora imagine-se se lhe somarmos os mais de 600 mil que não encontram trabalho.
Eu sei que falta adicionar os números de 2009 e de 2010, e descontar os que procuram Portugal como destino (cada vez menos), mas a taxa de desemprego, hoje, certamente, já teria ultrapassado os 15pp. Assustador.
Perante isto, e, sobretudo, sabendo que esta situação é anterior à crise do sistema financeiro, o permanente optimismo do primeiro-ministro (e seus pares) é a negação permanente da realidade. Assustador.









