Saquei este gráfico do País Relativo com um propósito diferente: ilustrar o tipo de discussão que hoje acontece para ver quem é (foi) mais capaz.Em acordo com o gráfico, o grande crescimento da taxa de escolarização para jovens, entre os 15 e os 17 anos, ocorreu nos governos de Cavaco Silva.
Por outro lado, mostra-nos que após este período, a paixão pela educação de António Guterres, e sucessores, não se traduziu em qualquer alteração significativa neste indicador.
Ora, e este é o ponto, este tipo de comparações avulsas sem qualquer enquadramento adicional - e com omissões convenientes - são pouco recomendáveis na perspectiva de um debate esclarecedor que seja capaz de produzir a melhor solução governativa.
Não que, objectivamente, os valores não sejam verdadeiros; porém, na maioria das vezes, representam apenas uma parte da realidade.
Querer fazer deste tipo de análises o tudo ou nada é querer ganhar a qualquer preço.
































